No dia 13 de abril de 2026, inicia-se no Fórum de Planaltina, no Distrito Federal, o julgamento de cinco réus acusados pela chacina que vitimou 10 pessoas de uma mesma família. Os acusados, Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa, Carlomam dos Santos Nogueira, Fabrício Silva Canhedo e Carlos Henrique Alves da Silva, respondem por crimes como homicídios qualificados, extorsão e roubo. A sessão está marcada para as 9h e marca o desfecho de uma investigação que chocou o país, envolvendo sequestros e execuções brutais entre outubro de 2022 e janeiro de 2023.
Detalhes da chacina
Os réus planejaram tomar posse da chácara Quilombo, localizada no Itapoã e pertencente a Marcos Antônio Lopes de Oliveira, além de subtrair dinheiro da família. Inicialmente, extorquiram R$ 49,5 mil e, posteriormente, R$ 200 mil provenientes da venda de um lote. As vítimas foram sequestradas e mortas em etapas, com execuções por estrangulamento, golpes de faca e incineração de corpos em locais como Vale do Sol em Planaltina, Cristalina (GO) e Unaí (MG).
A motivação central era a apropriação da propriedade e dos recursos financeiros. A chacina resultou na morte de Marcos Antônio Lopes de Oliveira, Renata Juliene Belchior, Gabriela Belchior de Oliveira, Cláudia da Rocha Marques, Ana Beatriz Marques de Oliveira, Thiago Gabriel Belchior de Oliveira, Elizamar (esposa de Thiago) e seus três filhos pequenos. Esses atos ocorreram de forma sequencial, prolongando o terror para a família.
Os réus e o processo judicial
O julgamento no Fórum de Planaltina analisará as acusações de homicídios qualificados, extorsão, roubo e outros crimes relacionados. Os réus, identificados como Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa, Carlomam dos Santos Nogueira, Fabrício Silva Canhedo e Carlos Henrique Alves da Silva, enfrentarão um processo que pode resultar em penas severas. A análise inicial focará nos detalhes das execuções e na planejamento do grupo.
Este caso destaca a gravidade de crimes motivados por ganância imobiliária e financeira no Distrito Federal. Com o julgamento marcado para uma segunda-feira, 13 de abril de 2026, espera-se que o processo traga justiça às famílias afetadas e sirva como alerta para a sociedade.