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Câmara do DF aprova Tarifa Zero para estudantes da rede pública

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Ônibus de transporte público em Brasília com arquitetura do DF ao fundo sobre tarifa zero
Ônibus de transporte público em Brasília com arquitetura do DF ao fundo sobre tarifa zero

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na terça-feira, 6 de julho de 2026, o projeto de lei que cria a Tarifa Zero Estudantil no transporte público do DF, mas a iniciativa ainda depende da sanção do governador Ibaneis Rocha e chega após uma série de emendas que expuseram resistências no processo legislativo. O benefício, destinado apenas a estudantes da rede pública, promete gratuidade em ônibus, metrô e demais modais sem limite de viagens, embora a demora na aprovação tenha mantido famílias sob pressão financeira por mais tempo.

Contexto da aprovação na CLDF

O texto passou na Casa após receber alterações e agora aguarda decisão do Palácio do Buriti. A medida busca reduzir desigualdades no acesso à educação, porém evidencia que o sistema de transporte continuou cobrando tarifas de jovens vulneráveis até o momento da votação. Deputados destacaram que o projeto alivia o orçamento familiar, mas críticos apontam que a solução chega tarde e depende de vontade política para virar realidade.

Benefício e limitações para os estudantes

Estudantes da rede pública poderão usar o transporte coletivo sem custo, independentemente do número de viagens diárias. Ainda assim, a exclusão de alunos de escolas particulares reforça divisões sociais, e a falta de sanção imediata deixa incerto quando o alívio efetivo chegará. A proposta foi defendida como forma de garantir que nenhum jovem abandone os estudos por falta de mobilidade.

Essa é uma conquista histórica para os estudantes do Distrito Federal. A tarifa zero estudantil vai aliviar o orçamento das famílias e garantir que nenhum jovem deixe de estudar por falta de condições de locomoção.

deputado Ricardo Vale

Com a aprovação, o foco agora se volta para o governador Ibaneis Rocha, cuja decisão definirá se a gratuidade começa a valer nos próximos meses ou permanece emperrada na burocracia.

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