O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo, do Novo, apresentou propostas para criar uma rede de proteção específica para famílias atípicas durante reunião realizada na quinta-feira, 21 de agosto de 2026, com apoiadores e representantes de entidades que defendem essas famílias. As medidas abrangem desde programas de prioridade habitacional até a qualificação de professores e a criação de um departamento especializado na Polícia Civil para proteger populações vulneráveis. O objetivo principal é oferecer apoio integral a mães, crianças com deficiência ou necessidades específicas e demais integrantes do núcleo familiar no Distrito Federal.
Medidas de apoio integral às famílias
Entre as ações previstas estão a aceleração na emissão de laudos, prioridade em creches e escolas, preparação de professores e profissionais de saúde, além da criação do programa “Colo” voltado para mães atípicas. O candidato também destacou linhas de crédito via Prospera e iniciativas de qualificação profissional para ajudar famílias que enfrentam a saída do mercado de trabalho. “A gente não trata só das crianças. A gente cuida das famílias”, afirmou Kiko Caputo.
Foco em segurança e inclusão escolar
Outra frente das propostas envolve a estruturação de um departamento na Polícia Civil para proteção de vulneráveis e a instalação de delegacias especializadas nas regiões administrativas do Distrito Federal. Caputo ressaltou a necessidade de preparar adequadamente os educadores, pois “estão colocando as crianças atípicas na escola sem monitor e sem preparar o professor”. Ele acrescentou que “nós vamos apoiar essas famílias, vamos apoiar essas mães, vamos apoiar essas crianças”.
Coleta de dados para políticas públicas
Para embasar as ações, o plano inclui o levantamento de dados sobre condições e deficiências das famílias atendidas. “Nós não sabemos quantos têm doenças raras, nós não sabemos quantos são autistas, nós não temos o menor controle”, observou o candidato. As propostas serão desenvolvidas a partir da audição de associações e famílias, com o compromisso de atuar “com respeito, com carinho e com empatia”.