O descumprimento de medidas protetivas de urgência, destinadas a proteger vítimas de violência doméstica, pode resultar em penas severas. De acordo com a legislação vigente, quem viola essas ordens está sujeito a prisão de 2 a 5 anos, além de multa. Essas medidas são ferramentas essenciais no combate à violência contra a mulher, garantindo a segurança imediata das vítimas e inibindo agressores reincidentes.
Em meio a esses esforços para enfrentar o problema, o presidente destacou a necessidade de uma ação coordenada entre os poderes. Ele projetou uma união com o Congresso e o Judiciário, visando planejar e implementar ações efetivas que visem eliminar os casos de violência de gênero no país. Essa iniciativa reflete uma abordagem integrada, reconhecendo que o problema exige respostas conjuntas e multifacetadas.
A proposta surge em um contexto de crescente atenção à violência contra a mulher, com o objetivo de fortalecer políticas públicas e mecanismos de prevenção. Ao unir Executivo, Legislativo e Judiciário, o plano busca não apenas punir, mas também prevenir novos casos, promovendo uma sociedade mais igualitária e segura.