A personal trainer Geisi Costa detectou que sua aluna Cauany Rizzo, influenciadora e empresária de marketing de 27 anos, estava grávida de cerca de cinco meses durante um treino de elevação pélvica. A descoberta expôs falhas graves no acompanhamento médico da jovem, que sempre acreditou ser infértil por causa de diagnósticos de ovários atrofiados e ciclos menstruais irregulares. Nenhum profissional havia solicitado o exame beta-HCG, deixando a gestação sem confirmação por meses.
Insistência da treinadora muda o rumo
Geisi Costa percebeu mudanças físicas e comportamentais em Cauany e pressionou por meses para que ela fizesse um teste de gravidez. A insistência da profissional de educação física revelou o que os médicos não investigaram. Cauany, que usava anticoncepcionais e enfrentava raros ciclos menstruais, aceitou o conselho apenas após repetidas cobranças.
Sempre me disseram que eu não engravidaria, e passei a vida acreditando nisso.
Cauany Rizzo
Falhas médicas deixam pacientes sem respostas
O caso levanta críticas ao sistema de saúde que desconsidera sintomas atípicos em mulheres com histórico de infertilidade. Cauany relatou dores que mudavam de lugar, mas nenhum exame aprofundado foi indicado. A confirmação da gravidez expõe a necessidade de maior atenção a sinais que fogem do padrão esperado por profissionais.
Cheguei a achar que estava ficando maluca, porque a dor mudava de lugar o tempo todo.
Cauany Rizzo