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Polícia prende técnico de enfermagem e colegas por mortes na UTI do Hospital Anchieta

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Viatura da polícia em frente ao Hospital Anchieta, relacionado a prisões por mortes na UTI.

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, um técnico de enfermagem e duas colegas suspeitos de matar pacientes na UTI do Hospital Anchieta, no Entorno do Distrito Federal. Os crimes ocorreram entre novembro e dezembro de 2025, com a administração de medicamentos em altas doses ou desinfetante diretamente na veia das vítimas. As prisões foram realizadas em Águas Lindas de Goiás, e o caso chocou a região pela gravidade das acusações.

Detalhes dos crimes

Os suspeitos teriam agido na unidade de terapia intensiva do Hospital Anchieta, onde pacientes vulneráveis recebiam tratamento. De acordo com as investigações, eles administraram substâncias letais, como medicamentos em dosagens excessivas ou desinfetante intravenoso, levando à morte de pelo menos três pessoas. As vítimas incluem João Clemente, de 63 anos, Marcos Moreira, de 33 anos, e uma professora de 75 anos, todos internados na UTI durante o período dos incidentes.

Perfil dos suspeitos

Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, é apontado como o principal suspeito e foi detido em sua residência. As outras duas envolvidas são Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, e Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, ambas colegas de profissão. Todos trabalhavam no Hospital Anchieta e agora enfrentam acusações de homicídio, com a polícia apurando possíveis motivações para os atos.

A operação de prisão

A ação da Polícia Civil foi filmada na casa de Marcos Vinícius, em Águas Lindas de Goiás, garantindo transparência no processo. Os agentes executaram mandados de prisão preventiva, e os suspeitos foram levados para interrogatório. A investigação continua para esclarecer se há mais vítimas ou envolvidos nos crimes ocorridos no final de 2025.

Impacto e próximos passos

O caso levanta preocupações sobre a segurança em unidades de saúde no Entorno do DF, especialmente em UTIs. Autoridades prometem uma apuração rigorosa, e o Hospital Anchieta pode enfrentar escrutínio por falhas em protocolos. A população local acompanha de perto os desdobramentos, aguardando justiça para as famílias das vítimas.

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